Álbum da microfauna de lodos ativados

Os consumidores (protozoários e micrometazoários) são componentes bióticos dos sistemas de lodos ativados. Devido ao fato de sua alimentação ser baseada em bactérias dispersas e outros microrganismos, são os responsáveis por clarificar e baixar a toxicidade do efluente final. A predação e a competição são relações existentes nesse tipo de sistema, e até que uma dinâmica estável seja alcançada, podem ocorrer diversas oscilações e sucessões na população, estando ligadas à idade de lodo (IL), nitrificação, relação alimento/microrganismo (F/M) e oxigênio dissolvido (OD).

A identificação e quantificação destes microrganismos é uma ferramenta de grande utilidade para indicar o desenvolvimento do processo, bem como sua eficiência. Pensando nisso, a Genética Group além de oferecer a identificação e quantificação em seus relatórios de microscopia aeróbia, também disponibiliza um álbum online. Navegando pelo álbum abaixo você irá conhecer, através de imagens microscópicas realizadas em nosso Setor de Microscopia, os principais protozoários e micrometazoários que fazem parte deste tão particular ecossistema que é o lodo ativado, bem como suas principais características e o papel desempenhado no sistema.

A microfauna dos consumidores de sistemas de lodos ativados é dividida em dois grandes grupos. Selecione à esquerda o grupo de seu interesse e conheça mais sobre os seus exemplares:

Ciliados

Os ciliados são microrganismos unicelulares que possuem o mais elevado grau de complexidade estrutural. Possuem como meio de locomoção os cílios, que são organelas curtas e numerosas, projetando-se da parede da célula e realizando batimentos ritmicamente coordenados. Além da locomoção, os cílios também são úteis para a captura de alimentos como partículas orgânicas e bactérias, clarificando assim o efluente. Os ciliados são subdivididos em quatro grupos:

Ciliados livre-natantes

São os protozoários que possuem cílios regularmente distribuídos por toda a superfície externa do corpo e nadam livremente entre os flocos. Pelo fato de serem velozes e gastarem muita energia com a movimentação, precisam de grandes quantidades de alimentos, e por esta razão, frequentemente são associados a efluentes de alta carga orgânica e baixo OD, podendo ingerir mais de 500 bactérias por hora.

Clique sobre as imagens para ampliá-las.

  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -

Ciliados predadores de flocos

São microrganismos achatados dorsoventralmente que se arrastam ao redor dos flocos biológicos, raspando a superfície dos aglomerados de bactérias com materiais orgânicos, ingerindo fragmentos de flocos e contribuindo assim para a aparência arredondada de um floco ideal. Seus cílios são modificados e agrupados na parte que fica em contato com o substrato, formando “perninhas” com as quais se movimentam sobre a superfície do floco. Sua predominância em um sistema indica nitrificação e boa operação da planta, com flocos bem formados ou em fase de formação.

Clique sobre as imagens para ampliá-las.

  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -

Ciliados fixos

Também chamados de ciliados pedunculados, são microrganismos que se aderem ao substrato através de um pedúnculo e seus cílios encontram-se concentrados na região anterior, próximo à boca. Devido à essa aderência, gastam pouca energia e sobrevivem em ambientes com pouca quantidade de alimentos. Vivem isolados ou em colônias, as quais podem formar pedúnculos ramificados, parecendo pequenas árvores. Em alguns gêneros, como a Vorticella sp., o pedúnculo é retrátil e leva o nome de mionema, permitindo ao ciliado escapar de predadores através da sua veloz retração. Quando em colônias indica boa eficiência do sistema e residual de OD, quando individuais deve se verificar o equilíbrio dos protozoários, pois pode indicar efluente de má qualidade.

Clique sobre as imagens para ampliá-las.

  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -

Ciliados carnívoros

Também conhecidas como suctórias, estes microrganismos transformaram os cílios em estruturas semelhantes a espinhos, localizados na parte cefálica. Na aproximação de uma presa, esses tentáculos rígidos espetam a célula e se alimentam de seu conteúdo. Em fase adulta vivem fixados ao floco biológico através de um pedúnculo, e quando jovens possuem vida livre. Em sistemas de lodos ativados indicam estabilidade e elevado OD, devido ao fato de serem muito sensíveis a mudanças de operação.

Clique sobre as imagens para ampliá-las.

  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -

Flagelados

São protozoários que se locomovem através de uma organela em forma de filamento fino e alongado, geralmente localizada na parte anterior do corpo, chamada de flagelo. Alimentam-se principalmente de nutrientes dissolvidos no efluente, mas podem ingerir algas e bactérias. A maioria dos exemplares de lodos ativados são pequenos e executam um movimento ondulatório, sendo encontrados em efluentes com deficiência de aeração, má depuração, choque de carga ou toxicidade. Ocasionalmente, flagelados podem ser encontrados em grandes concentrações em lodos velhos, alimentando-se dos micrometazoários em fase de decomposição, como rotíferos e anelídeos. Sob condições adversas, o flagelo pode soltar-se do corpo, porém, sua regeneração é instantânea.

Clique sobre as imagens para ampliá-las.

  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -

Amebas

A ameba é um microrganismo unicelular, ou seja, é composto por apenas uma única célula. Uma de suas principais características são as extensões do corpo denominadas pseudópodes, responsáveis pela movimentação e obtenção de alimento. Os pseudópodes formam-se a partir de uma movimentação do fluido interno da célula (endoplasma), que origina uma projeção na célula. Seu formato é muito variável, já que seu corpo gelatinoso assume formas diversas, em alguns casos. Algumas espécies possuem uma casca protetora, e devido a presença ou ausência dela, as amebas são subdivididas em dois grupos:

Amebas nuas

São microrganismos que se locomovem através de organelas transitórias, conhecidas por pseudópodes (do latim pseudo = falso; podes = pés), constituídas por simples prolongamentos protoplasmáticos que ocorrem em qualquer parte do corpo e auxiliam na locomoção e alimentação por fagocitose. Geralmente são transparentes e não possuem forma definida, porém, quando vistas em formato de estrela, indicam o stress sofrido devido à manipulação da amostra em que se encontram. Pelo fato de não disputarem alimento, apenas predominam em ambientes onde ele é ofertado em grande quantidade, como em início da operação de um sistema de lodos ativados, e devido a esse fato estão associadas a más condições de depuração. Contudo, alguns gêneros são vistos frequentemente em sistemas de boa qualidade.

Clique sobre as imagens para ampliá-las.

  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -

Amebas com teca

São amebas que apresentam uma casca protetora denominada teca, a qual pode ser secretada pela própria ameba ou ser formada de partículas retiradas do meio, de natureza calcária, silicosa ou orgânica. As tecamebas têm condições de competir com os demais microrganismos apenas quando o alimento é farto (F/M alto), como em início da operação de um sistema de lodos ativados. Em lodos de idade elevada, as tecamebas indicam um efluente nitrificado com baixa concentração de amônia.

Clique sobre as imagens para ampliá-las.

  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -

Rotíferos

São os micrometazoários mais frequentemente encontrados em sistemas de lodos ativados. Alimentam-se de bactérias, detritos orgânicos, pequenos flagelados, ciliados e até outros micrometazoários, e dessa maneira limpam o efluente baixando a turbidez. Por outro lado, os rotíferos servem de alimento para alguns vermes. São microrganismos solitários de vida livre, porém, algumas espécies podem viver em colônias ou sésseis. Seu corpo alongado e geralmente cilíndrico apresenta cílios na parte cefálica, que auxiliam na alimentação e locomoção. Sua presença é normalmente indicadora de boa eficiência do sistema devido ao fato de estar associada a idades de lodo elevadas ou lodos em alto estágio de oxidação.

Clique sobre as imagens para ampliá-las.

  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -

Anelídeos

São vermes segmentados com o corpo formado por anéis (do latim annelus = anéis), estando entre os maiores micrometazoários de lodos ativados. A fácil adaptação permite-lhes habitar uma grande diversidade de nichos ecológicos, alimentando-se principalmente de algas e outros invertebrados. Possuem alta capacidade regenerativa e um gênero em especial (Aeolosoma sp.) a presença de glândulas alaranjadas na epiderme podem alterar a coloração da efluente, quando encontrados em grande número. Ocorrem somente em lodos estabilizados com excesso de oxigênio dissolvido e de idade de lodo elevada. Sua presença é rara e pouco dominante.

Clique sobre as imagens para ampliá-las.

  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -

Nematóides

São vermes alongados, cilíndricos e com as extremidades geralmente afiladas, sem nenhum traço de segmentação ao longo do corpo. Movimentam-se através de rápidas contrações do corpo, em forma de “S” e normalmente são incolores, habitando o lodo de fundo. Alimentam-se de material particulado e microrganismos tais como protozoários, outros nematóides, rotíferos e tardígrados. São vistos mais frequentemente em contatores biológicos e biofiltros aerados, onde furam os flocos, deixando buracos visíveis, sendo resistentes a extremos de temperatura e a baixas concentrações de oxigênio dissolvido. Podem indicar mistura de considerável concentração de esgoto sanitário com o efluente industrial. Em sistemas de lodos ativados aparecem raramente, indicando estado de tendência à alta idade de lodo.

Clique sobre as imagens para ampliá-las.

  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -

Tardígrados

Esses micrometazoários são popularmente conhecidos como “ursos d’água” e são raramente observados em sistemas de aeração prolongada, onde alimentam-se do conteúdo celular de nematóides, rotíferos e protozoários, e de alguns gêneros de algas. Seu corpo é curto, roliço e exibe ventralmente quatro pares de patas curtas e grossas, que servem para sua locomoção. São afetados por pequenas concentrações de amônia, sendo indicadores de efluente totalmente nitrificado.

Clique sobre as imagens para ampliá-las.

  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -
  • Genética Tecnologias Ambientais: Engenharia Ambiental, Energias Renováveis, Tecnologias Biológicas, Químicas e Analíticas -